Em coletiva à imprensa, prefeito Éder Miano rebate denúncias e presta esclarecimentos sobre CPI

Da Redação
Em coletiva à imprensa, prefeito Éder Miano rebate denúncias e presta esclarecimentos sobre CPI Foto: Reprodução
Publicidade

O prefeito de Taquarituba, Éder Miano, realizou nesta
quinta-feira (30) uma coletiva de imprensa, com transmissão ao vivo nas redes
sociais, para comentar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aberta pela
Câmara Municipal. A investigação apura possíveis irregularidades em uma obra de
cercamento em área destinada a moradias da CDHU.

 

Durante a coletiva, o prefeito afirmou que recebe a
investigação com tranquilidade, mas criticou a abertura da comissão e sua
condução. Segundo ele, a administração possui toda a documentação necessária
para comprovar a legalidade dos atos e decidiu se pronunciar para garantir
transparência.

 

Éder Miano relembrou que já foi alvo de investigação em
mandato anterior, quando acabou absolvido, e afirmou que esse tipo de situação
pode prejudicar a continuidade administrativa. Ele também destacou que as
contas do município foram aprovadas entre 2021 e 2024.

 

A CPI investiga um contrato de cerca de R$ 80 mil para
execução de cercamento em área habitacional. O prefeito confirmou o pagamento à
empresa, mas afirmou que, após identificar inconsistências na execução do
serviço, a Prefeitura adotou medidas como bloqueio de valores restantes e
notificação da empresa, que só receberá após concluir a obra conforme o
contrato.

 

Segundo o prefeito, o cercamento era urgente para evitar
invasões e garantir a continuidade do projeto habitacional. Ele também afirmou
que não tinha conhecimento prévio das falhas e que determinou providências
assim que tomou ciência do caso.

 

Apesar de reconhecer a legitimidade da CPI, Miano apontou
possível motivação política na investigação e questionou aspectos técnicos da
sua abertura. Ainda assim, garantiu que a administração irá colaborar com a
comissão e com órgãos de controle.

 

























A CPI foi instaurada para apurar suposto superfaturamento e
irregularidades na execução de cerca de 692 metros de cercamento. O processo
aponta divergências entre o material contratado e o executado, além de indícios
de serviço parcial. A comissão terá prazo de 90 dias para concluir os trabalhos
e apresentar relatório final.

Publicidade



COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.