Câmara aprova perda do mandato de Guilherme Gonçalves por 13 votos a 2
Foto: Reprodução Alerta Cidade A Câmara Municipal de Ourinhos aprovou, por ampla maioria, a perda do mandato de Guilherme Gonçalves. O julgamento, realizado na quarta-feira (2), terminou com 13 votos favoráveis e dois contrários. Eram necessários dez votos para a aprovação.
Votaram contra a medida os vereadores João Gonçalves, irmão de Guilherme, e Santiago. Pela perda do mandato votaram Cícero Investigador, Anísio Felicetti, Borjão, Celinho Cabeleireiro, Éder Mota, Enfermeiro Alexandre, Furna Beco da Bola, Gil Carvalho, Kita, Marcinho, Raquel Spada, Vadinho e Wesley Carlos.
O processo foi conduzido por uma Comissão Processante, que analisou as denúncias apresentadas contra a administração, reuniu documentos, ouviu envolvidos e recebeu as manifestações da acusação e da defesa. Durante a tramitação, Guilherme negou as irregularidades apontadas, enquanto sua defesa contestou aspectos do procedimento.
O ex-prefeito já estava afastado da Prefeitura por determinação judicial, em processo independente da apuração realizada pela Câmara. Com a decisão do Legislativo, a situação política de Guilherme sofre uma mudança definitiva no âmbito municipal.
Guilherme não compareceu ao plenário durante o julgamento. O advogado Joel de Matos Pereira acompanhou parte dos trabalhos, mas deixou o local antes da etapa final e não retornou. A ausência não impediu a continuidade da sessão e a votação nominal.
O julgamento também foi marcado por intensa movimentação nas redes sociais. Antes da decisão, Guilherme publicou críticas, acusações e questionamentos envolvendo vereadores e pessoas ligadas à administração municipal, gerando repercussão durante a análise do processo.
A decisão da Câmara não interfere automaticamente em outras investigações ou ações relacionadas ao ex-prefeito ou à administração municipal. Eventuais consequências eleitorais, civis, administrativas ou criminais dependerão dos respectivos processos e das decisões das autoridades competentes.
Guilherme poderá recorrer da decisão.





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