Mulher torturada e tatuada à força pelo ex-companheiro inicia remoção das marcas
Foto: Arquivo Pessoal Jackeline Barbosa, de 28 anos, vítima de agressões, tortura
e tatuagens forçadas feitas pelo ex-companheiro em Itapetininga (SP), iniciou o
processo de remoção das marcas deixadas pelo suspeito, Guilherme Henrique
Amaral Andriolo, de 32 anos, preso desde 22 de abril na Penitenciária II de
Sorocaba.
A vítima segue em recuperação física e psicológica após
sofrer graves agressões, que resultaram em fraturas nas costelas, braço, punho
e nariz, além de lesões consideradas gravíssimas. Jackeline contou que precisou
ser internada diversas vezes e ainda faz acompanhamento médico e psicológico.
Segundo relato, o suspeito a obrigou a fazer tatuagens no
rosto e na perna sob ameaças contra ela e sua família. O processo de remoção
deve durar cerca de 12 sessões.
Jackeline também revelou ter sofrido tortura física e
psicológica enquanto permaneceu amarrada pelo agressor, que a ameaçava
constantemente de morte. Ela conseguiu fugir após o homem adormecer e foi
socorrida pelo irmão.
De acordo com a Polícia Civil, o caso é investigado como
violência doméstica, tortura e estupro. A defesa do suspeito informou que
aguarda a conclusão do inquérito para se manifestar.





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